| ”A
importância do trabalho de cada voluntário" |
| Alunos
do curso de Machetaria da Cruz de Malta em reunião
com os voluntários. |
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Nas
igrejas, nos bairros e comunidades, nos grupos de auto-ajuda
e nos clubes, nas associações culturais
e esportivas, nas instituições sociais
e nas empresas, um número imenso de pessoas se
ajudam umas às outras e ajudam a quem está
em situação mais difícil. Ainda
que não se chamem a si mesmos de voluntários.
Ao
doarem sua energia e sua generosidade, os voluntários
estão respondendo a um impulso humano básico:
o desejo de ajudar, de colaborar, de compartir alegrias,
de aliviar sofrimentos, de melhorar a qualidade da vida
em comum. Compaixão e solidariedade, altruísmo
e responsabilidade são sentimentos profundamente
humanos e são também virtudes cívicas.
Não
é algo que fazemos por imposição
de alguém. É um compromisso livremente
assumido. É claro que, ao doar, também
esperamos receber: o que eu faço por você
hoje, espero que você faça por mim amanhã,
se necessário.
Ao
nos preocuparmos com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos
por causas de interesse social e comunitário,
estabelecemos laços de solidariedade e confiança
mútua que nos protegem a todos em tempos de crise,
que tornam a sociedade mais unida e fazem de cada um
de nós um ser humano melhor.
Pelos
benefícios que traz para o próprio voluntário,
para as pessoas com quem o voluntário se relaciona,
para a comunidade e a sociedade como um todo, é
que o voluntariado merece ser valorizado, apoiado, divulgado
e fortalecido.” |
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Texto
extraído de: |
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www.portaldovoluntario.org.br |
A
seguir apresentamos alguns depoimentos desses voluntários:
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Estou
muito contente em poder participar de algo tão
importante como o Projeto Capacitação
Solidária. Não tenho oportunidade
de estar com eles todos os dias, conversando,
ajudando etc., pois trabalho na Secretaria da
Primeira Igreja Batista em São Paulo,
onde acontece as aulas, por isso não
tenho muito tempo, mas com ajuda de todos os
alunos e das coordenadoras consigo de vez em
quando ter alguns minutos com eles.
Esta é minha primeira experiência
de trabalhar com jovens, assim como eu, e sinceramente
estou "adorando".
Aproveito pra dar meus parabéns ao Programa
Capacitação por estarem ajudando
estes jovens a serem alguém na vida e
parabéns a todos os professores e voluntários
que participam desse maravilhoso trabalho.
(Daniela - voluntária
Primeira Igreja Batista)
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"O
que eu aprendi com o trabalho voluntário?"
Trabalho Voluntário é muito mais
que doar-se. É doar também para
você mesma.
Envolve comprometimento de todas as partes envolvidas
e deve ser um trabalho sério como outro
qualquer. Com responsabilidade, compromisso e
seriedade.
Com o crescimento do número de ONGs cresce
também a possibilidade dos que nasceram
mais excluídos de terem maiores chances
de sucesso na vida. E o trabalho voluntário
é essencial para que esse contexto seja
de fato realizado.
Ao me aproximar desses jovens, senti muita força,
dedicação e dentro deles um potencial
muito grande. Apesar de ter "doado"
uma parte do meu tempo para eles, senti um aprendizado
muito grande da minha parte também como
se eles tivesse doado um pouco deles para mim.
(Karina Hosokawa-
voluntária Gotas de Flor)
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"Tive
o privilégio de conhecer meninos e meninas
sensacionais, com uma alegria de viver contagiante,
com o coração aberto para as pessoas
e o que elas tem para oferecer.
É
fácil demais ensinar, quando alguém
quer realmente aprender. Porque eu acredito que
a função do professor é apenas
mostrar o caminho, é o aluno que tem que
percorrê-lo.
Sei
que o tempo foi pouco, os recursos escassos e
a distância enorme, mas esse só foi
o primeiro passo desse caminho que é longo,
árduo, e por vezes frustrante, mas todos
sabemos que em todo caminho tem umas pedrinhas,
e é muito melhor não se deter por
causa delas.
O
que eu percebo, que esses adolescentes privados
de tudo, computador, internet, tv paga, tem um
potencial enorme, são inteligentes e sabem
trabalhar em equipe; só precisam de um
empurrão para deslanchar, só precisam
que acreditem neles."
(Lilian
volunta´ria do CEPESP)
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| "Primeiramente,
começo destacando: Qual o objetivo deste
trabalho como voluntária?
Partindo de que o Mundo passa por uma grande transformação
social. Novos valores são assimilados.
E muitos seres humanos acompanharam essa mudança
de percepção entendendo que são
agentes dessa transformação.
Assim, foi desenvolvido um novo jeito de tratar,
sentir e participar. A responsabilidade social
deixa de ser somente uma obrigação
dos governos.
Todos podem participar.
Não é uma atividade estanque, racional
e impessoal. É relação de
pessoa a pessoa, oportunidade de se criar amigos,
vivenciar novas experiências e tomar contato
com outras realidades.
Ser voluntária deste projeto é algo
que não tem explicação.Primeiro,aprendemos
mais do que ensinamos. A riqueza da troca de experiências
de vida com esses jovens nos torna mais humanos
e mais felizes. Às vezes, isto acontece
quando sofremos alguma perda ou alguma dor pessoal
muito grande, mas no caso de um trabalho voluntário
e sem nenhum fim lucrativo, isto acontece na maior
alegria.
O
verdadeiro prazer do voluntário se revela
ainda numa criança, na troca de solidariedade
e esperança gratuita como um sorriso. O
voluntário é um privilegiado porque
recebe, dando. O lucro é contado em amizade,
respeito e amor. Ele é pago com um pedaço
de felicidade.
Para finalizar gostaria de deixar uma frase que
carrego sempre comigo "A Humildade é
base do sucesso" desejo a todos os participantes
deste processo
muita Saúde, perseverança e conseqüentemente
muita felicidade."
Kátia
Siqueira
Voluntária Ibasec |
“Feliz
aquele que transfere o que sabe e aprende o que
ensina” (Cora Coralina)
"Essa
frase relata bem como esta sendo o meu contato
com os alunos do EFORT.
Quando este trabalho me foi apresentado a 1.ª
coisa que veio em mente era que eu queria uma
ONG que trabalhasse com” alunos especiais”,
pois a sensibilidade deles e a luta diária
para serem tratados como “pessoas normais”
me encoraja.
Quando estou com eles vejo que muitos dos meus
problemas, que acho enormes, são insignificantes
diante dos desafios enfrentados por eles, desde
um acesso ao ônibus ou metro até
o fato de não serem entendidos (já
que na maioria são mudos e surdos)
Uma das dificuldades é a comunicação,
pois não sei falar a linguagem dos sinais
e algumas vezes eles não me entendem, sempre
tenho um apoio da Dona Angelina (coordenadora
do curso) que ajuda na comunicação,
mas nesta última visita ela estava um pouco
ocupada e eu propus que me deixasse com eles,
essa experiência foi muito divertida pois
eles tiveram que tentar se fazer entender por
mim e eu idem.
O que aconteceu foi que no final conseguimos,
fazer o fechamento da 1.ª edição
dentro de um clima de alegria, curiosidade e com
o sentimento da missão cumprida.
Agradeço a ONG, aos alunos, a comissão
(com quem tenho um contato mais direto) pela paciência
e muita vontade em estar desenvolvendo esse novo
projeto apesar de todas as dificuldades, limitações
ou empecilhos."
Kátia Cilene Gregorio
(Voluntária - EFORT)
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"O
trabalho na revista vem sendo visto pelos jovens
como mais um desafio, e, como todos nós
sabemos, desafio é coisa que os jovens
gostam de encarar, ainda mais quando o resultado
desse desafio pode ser visto por outras pessoas.
Nosso grupo tem se empenhado muito para procurar
reportagens, que acham eles, estão retratando
a realidade do bairro. Como voluntário,
não tenho interferido, e sim orientado
o grupo nas questões relatadas nas
reportagens.
Por outro lado, a revista vem sendo um instrumento
de treinamento para as aulas que eles estão
tendo. Por exemplo, a utilização
da linguagem HTML, que eles aprenderam, está
sendo utilizada na confecção das
reportagens.
Espero que esse pequeno relato ajude vocês
a conhecer um pouco melhor nosso trabalho."
(Vanderlei
– voluntário - Unicsul)
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"Eu
sou Roseli Ap. Caetano, moro na Cohab I José
de Anchieta, sou estudante
do 4º ano normal antigo Magistério,
fiquei muito feliz por ter sido escolhido pelos
alunos do curso Gestão Juvenil, este curso
veio acrescentar
muito em minha vida, pois é uma grande
troca de conhecimentos, é uma
experiência única, estes adolescentes
são realmente carentes, porém com
um
potencial muito grande para ser explorado e desenvolvido,
vejo que falta
realmente é oportunidades como está
que o PCS está possibilitando.
Estou muito feliz pela oportunidade de conhecer
este novo universo que é o Social.
um grande abraço a todos. "
(Roseli
Ap. Caetano - Voluntária Ética
e Arte)
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